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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Sobre teu dia, Mago querido...

Quando as palavras são insuficientes, tomamos emprestadas a emoção e o afeto.
Quando não sabemos o que dizer, emprestamos a sabedoria de quem já o fez por nós...



Que você esteja bem, feliz aniversário Poeta querido!
Beijos da Poesia!

sábado, 13 de fevereiro de 2016

Ô de Casa!



A porta destrancada – deste cantinho e de seu coração – deixou-nos entrar sorrateiramente trazendo na bagagem algumas palavras que pretendem te homenagear, e imagens para colorir a saudade e enfeitar teu dia, precioso para nós que te amamos.

Perdoe-nos a invasão, muito embora estejamos alojadas na sagrada memória afetiva e esta sala de estar com os amigos seja uma extensão de nossas recordações, também queridas.

Desejamos estreitar nos braços da amizade nosso desejo de que este tenha sido um ano bom, deixando lugar para a renovação das alegrias, da saúde, da esperança, das rimas que você faz, inspirando-nos, enquanto provoca um brinde às letras que tão bem distribui para assim representar o afeto que sente.

Por ser você essa fonte inesgotável de sabedoria, representante fiel dos sentimentos ocultos ou escancarados, nossa gratidão por compartilhar sua alma de poeta, sua singularidade humana, seu olhar brejeiro sobre as coisas e seu riso maroto que não esconde o menino a viver neste corpo de homem com olhos de contas azuis...

Escrever para quem tem a intimidade com as palavras como você, Mago querido, nos mostra como é vã a tentativa de expressarmos tudo que sentimos, por isso fica aqui nosso singelo – porque amoroso – ensaio, e as melhores energias para te envolverem como nossos braços a te embalarem num afetuoso abraço cantando um sonoro PARABÉNS PRA VOCÊ, nesta data festiva, muitas, inúmeras felicidades e muita vida para viver!!!



Recordações de momentos lindos!!


O SONETO NÃO PARIDO

Era pra parir um soneto, daqueles corretos em métrica e rima, mas sobretudo cheio da mais legítima e profunda poesia. Não se deu. O mestre vai nos desculpar. Saberemos lhe dizer afetos sem versos, mas afetos. Diremos da saudade de nossa convivência que, mesmo acontecendo sobre a ponte virtual, era das mais intensas e enriquecedoras. Era bonita... era bonita!

Tal escrita não é somente sobre a saudade, essa que a vida se encarregou de parir sabe-se lá por quais motivos. Trata-se, pois, da belezura desse treze de fevereiro que lá atrás pariu Rodolfo, o Barcellos, o bruxo e mestre das letras, cuidador de versos, jardineiro tão dedicado como pouco se ouviu falar nos ares por onde voou ou nos mares do seu lugar.

Rodolfo, o bruxo, cuidador de versos, canteiros e amizades. Sujeito ímpar a querer proteger a quem ama no seu abraço farto, humano, de tanto amor. Sujeito grande, que seria gigante mesmo tendo meio metro de altura. É da grandeza de ser o tratado aqui. É da alma, da bem querência, da generosidade, do imenso sentimento ajeitado ali, no seu coração doce.

É de se sonhar outro abraço daqueles, um pouco mais do choro da despedida, como foi feito naquele julho de outro ano, lá em Maceió, onde “ama-se e, oh!”. É de se querer mais conversas e aprendizados. E outras arengas, porque amigo que é amigo arenga e pronto, pra depois o bem querer se ajeitar melhor e assoprar pra longe os ventos mal intencionados.

Se não foi lhe dito um soneto de aniversário, gratidão e amizade, ao menos se tentou dizer palavras livres e muitas de aniversário, de gratidão, de amizade...
Brindemos à vida, ao bruxo, o amigo.
Viva Rodolfo Barcellos, viva!


(Por Denise e Milene, as meninas dele)




Vídeo caseiro, cliquem nele para abrir.
E você Rodolfo Poeta, Bruxo, Mago querido, tire esse cisco dos olhos, por favor... ;)

... saindo de fininho, puxando devagar a porta pra não te acordar... 



quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Parabéns






Thays,

Peço vênia neste dia
Para em breve comentário
Celebrar com alegria
Este teu aniversário;

Ao lado dos que tu amas
Junto aos que te querem bem
Aí refulgem as chamas
Do amor mais puro que tem

E a estrela que hoje brilha
No olhar de mãe e filha
Quando pensam em "alguém"

É um brilho de harmonia
Pois a filha da Poesia
Já tem seu filho também.

*   *   *   *   *

Ricardo,

Filho meu, meu grande amigo
Mais um ano a vida traz
Sempre estiveste comigo
Nas horas boas, nas más

Dou-te um abraço de urso
E um cumprimento sincero
Neste singelo discurso
Mas sem qualquer lero-lero

Teus caminhos desbravaste
Os teus sonhos conquistaste
Com a fé que tudo crê;

Teu futuro te espera
No raiar de nova era
Meus parabéns a você!

Niterói, fevereiro de 2013
Rodolfo Barcellos

sábado, 29 de setembro de 2012

Para Milene



Alagoana,
Sinto saudades de ti.
Sabes? Deixei meus dedos
Dançarem sobre o teclado
Para escrever o recado
Que eu quero deixar aqui.

Alagoana,
Sinto saudades de ti.
Sabes? O teu perfume
Chegou-me através do vento
Que, caprichoso e atento,
Trouxe notícias daí.

Confirmou que tu me amas, alagoana,
E eu que nunca confiei
Nos devaneios da brisa
Desta vez acreditei.

Ama-se, e oh! alagoana,
Ah, Maceió!
Como se ama
Em Maceió!

Sabes, alagoana?
A primavera vem por ti.
Há sete dias passados,
As luzes furta-cores do equinócio
Vieram dançar comigo, ao por do Sol.
E um reflexo rosado
Num tom radioso e dourado
Segredou-me: É por ela que viemos.

Confirmou que tu me amas, alagoana,
E eu que nunca confiei
Nos reflexos das luzes
Desta vez acreditei.

Eu não sabia, alagoana, que meus sonhos,
Nas horas em que estou acordado,
Dormem no umbral de tua porta,
Na comunheira do teu teto,
Na comunhão das rolinhas,
Lá mesmo onde dormem os teus.

E lá, os nossos sonhos sonham juntos
Em prosas e poemas remendados
Com cobras floridas, que voam sem ter asas,
E tiram fotos do Cristo Redentor.

Confirmou que tu me amas, essa cobra,
E eu que nunca confiei
Na malícia das serpentes
Desta vez acreditei.

Por ti, alagoana, as floradas cantam e o céu se enfeita;
Por ti a terra se veste de campos,
Os campos se vestem de lírios
E os lírios se vestem de Deus.

E um serafim trombeteiro, alagoana,
Mulato de  olhos verdes,
Com rosas na carapinha,
Soprou-me forte a trombeta
Dizendo: Por ela eu vim.

Confirmou que tu me amas, esse arauto,
E eu que nunca confiei
Nas profecias dos anjos
Desta vez acreditei.

Viste hoje a Lua? Ela vestiu-se em tons de prata
E fez-se toucar de estrelas
Num luar de serenata
E disse-me que era por ti.

Confirmou que tu me amas, alagoana,
E eu que nunca confiei
Nas confidências da Lua
Desta vez acreditei.

Sinto saudades de ti, alagoana,
Sinto saudades de ti.
Mandei-te igual resposta
Na brisa, nas luzes, na cobra,
No serafim e na Lua,
Em feitio de oração;
Porém só confies nela
Se for idêntica àquela 
Que mora em teu coração.
A Lua passou em Aquário, pronta para a festa,
e deixou um recado antes de ir desfilar em Peixes...
(Foto dia 28 às 19 horas)

     Parabéns, Mi, Pétala Rosadinha, Mi_nina-ternura, Bruxinha, Mimosa, Lagarta Listrada, Milóka, Galeguinha, Miminha...
     Feliz aniversário, Milene Lima! 
     Feliz aniversário, amada nossa!
     Feliz aniversário, querida minha!

Niterói, 29 de setembro de 2012 - aniversário da Milene
Rodolfo Barcellos

terça-feira, 29 de maio de 2012

Bia, 31 de maio

     No último dia deste mês de maio, com ou sem bolo, velas ou festa, haverá mais alegria aqui em casa. Ela é mais que uma musa. É minha filha.
Bia
Quando colhes outra flor, minha querida,
E a colocas junto às outras, perfumadas,
Que já cantam os teus anos, encantadas,
 Todas filhas dos jardins de tua vida,

Quando os votos de feliz aniversário
Te apresentam os amigos e amigas,
Aplaudindo entre risos e cantigas
A conquista deste marco miliário,

Crê, querida, que estes versos que a ti faço,
Levam junto o terno beijo e o quente abraço
De quem te ama desde que eras menininha.

São palavras de alguém que te ama tanto
Que não cabe já no coração o encanto
Que cativa-me ao ver-te, filha minha!
*   *   *   *   *
     "É para teu luxo a teia que os poetas fabricam com o fio de ouro das imagens; e os pintores o que fazem é criar para tua formosura nova imortalidade.
     Para adornar-te, para vestir-te, para fazer-te mais preciosa, o mar dá as suas pérolas, a terra o seu ouro, os jardins suas flores.
     Sobre a tua mocidade o desejo do coração dos homens derramou a sua glória."
     (Rabindranat Tagore, por Malba Tahan, in "O Homem que Calculava".)


     Feliz aniversário, minha filha... minha menininha. Seja este dia o início de mais um trecho de tua caminhada, um trecho repleto de realizações e alegrias. Beijos.


Niterói, maio de 2012
Rodolfo Barcellos

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

IMENSOS PEDAÇOS DE AMOR

Amigo é assim, chega à casa do outro, pega a chave embaixo do vaso e entra sem cerimônia alguma. E quando ele não está presente, espalha bilhetinho de amor por cada canto, escancara a porta e convida a todos para um derramamento de amor vindo de longe, de perto, daqui, dali...  A ideia é misturar sons e cores, bilhetes e rimas, na tentativa de promover um imenso abraço virtualmente real para esse homem a quem todos adoram amar.

Mago? Bruxo? Quem hoje aniversaria nos permite a magia que é fazer parte de sua vida, enfeitiçados pelas suas generosas demonstrações de afeto. Viemos celebrar com a tua parte poeta, e já que abrimos a porta, lembramos que o cofre guarda preciosidades como esta que escolhemos para te homenagear. Palavras... versos... vozes... são ecos do poeta.

Quando o amor não coube mais dentro do peito, ele resolveu abrir estradas e construir pontes. Abrir portas e estender as mãos, num gesto amplo, puro e fiel. Em campo aberto nos convida diariamente, distribuindo tenros ramos de oliveira, cobrindo-nos de flores e mimos. Mais que gratos, estamos felizes e com sorte por tê-lo como amigo...

Me deste a chave, lembra? Então eu, Denise e Lu viemos bagunçar tua casa, fazer sopa de letrinhas no teu caldeirão, bruxo querido! Dizer do nosso amor, respeito, admiração e amizade, representando todos os teus amigos que certamente gostarão de compartilhar desse momento... É bom você nos ouvir atentamente. É bom que receba nossos beijos e afetos. É bom!

Salve, Rodolfo Barcellos!
Jamais se perca de nós...






PEDAÇOS

Pedaços de mim, esquecidos
Nas horas perdidas das noites...
Nas tardes chuvosas do outono...
Nas ondas profundas do mar...

Pedaços de mim são crianças
Sem teto e sem esperanças,
Sem pais, sem amigos, sem sonhos,
Seus olhos molhados, tristonhos.

Pedaços de mim, espalhados
Por tantas esquinas da vida,
Por tantas pessoas amadas,
Por tantos lugares passados.

Pedaços de mim são soldados
Vencidos de dor, mutilados,
Famélicos, tristes, cansados
De lutas que não são as suas.

Pedaços de mim são saudades
De tempos de serenidades,
Sem lutas, derrotas e mortes,
Que em guerras vitória não há.

Pedaços de mim, derramados
Em juras de amor olvidadas,
Em beijos tão desesperados,
Em lágrimas mal enxugadas.

Pedaços de mim são as preces
Dos anjos por seus protegidos,
Dos pais por seus filhos drogados,
Das mães por seus filhos perdidos.

Pedaços de mim, sequestrados
Por tantas lembranças queridas,
Por tantos retratos guardados,
Por tantos carinhos trocados.

Pedaços de mim, sepultados
Nas tumbas profundas da alma,
Nas mil covas rasas da vida,
Na cripta escura da dor.

Pedaços de mim...
Folhas arrancadas...
Páginas queimadas...
Promessas rasgadas...

E assim,
Aos poucos me despedaço,
E em cada verso que faço
Vai um pedaço de mim...

Recolhe tu meus pedaços
E guarda-os no teu coração,
Se lá ainda houver espaços
Para amor ou compaixão.

Pedaços de mim...
Pedaços de ti...
Pedaços...


Rodolfo Rodrigues de Barcellos
Maio de 2010

                   


OBRIGADA AO DJ CLAYTON
PELA GENEROSA ASSISTÊNCIA
 ÀS MUSAS CONFUSAS... 


segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Natais


O filho João Pedro e Simone
"Como se risca da história o primeiro homem? Que cor ele tinha? Ainda se exige respeito, se impõe valores, que as vezes, se põe pela cor. De certo, ainda viajo em navios negreiros, mas que morra de escorbuto a consciência negra, branca, parda, e que viva para brilhar a gente. Que é gente de verdade, o preto lindo, o preto feio, o branquelo esquisito, o branquelo bonito. Que a luta seja pela raça humana!"


SIMONE FERNANDES
(no Balaio da Si)



MENSAGEM para uma dançarina:


Caminha cantando, dançarina.
Removerei as montanhas de teu caminho
E lançarei pontes através dos abismos.
Caminha descalça, dançarina.
Cobrirei de pétalas teus caminhos
E elas te perfumarão os pés.
Caminha sonhando, dançarina.
Guiar-te-ei pelos meandros da vida
E pelos vaus traiçoeiros do amor.


Caminha com fé. Mas não largues minha mão.
ASSINADO: Alguém que te ama muito.


MENSAGEIRO: Rodolfo Barcellos.



Não tenho o direito de censurar a decisão dela de fechar o Balaio da Si, mas a saudade é grande. E como hoje é o seu aniversário, presto homenagem à minha querida Simone relembrando Tennyson:



Now sleeps the crimson petal, now the white;
Nor waves the cypress in the palace walk;
Nor winks the gold fin in the porphyry font:
The firefly wakens: waken thou with me.

Now droops the milkwhite peacock like a ghost,
And like a ghost she glimmers on to me.

Now lies the Earth all Danae to the stars,
And all thy heart lies open unto me.

Now slides the silent meteor on, and leaves
A shining furrow, as thy thoughts in me.

Now folds the lily all her sweetness up,
And slips into the bosom of the lake:
So fold thyself, my dearest, thou, and slip
Into my bosom and be lost in me.
(Alfred Tennyson, 1809-1892)

Ora dorme a pétala rubra, ora a branca;
Não mais ondula o cipreste no caminho do palácio;
Nem brinca o peixe dourado na fonte de pórfiro:
O vagalume acorda. Comigo acordas Tu.

Ora inclina-se o pavão branco, como um fantasma,
E como um fantasma para mim reluz.

Ora jaz inteira a Terra, como Danaë para as estrelas,
E todo o teu coração jaz aberto para mim.

Ora desliza silente o meteoro, e deixa
Um rastro brilhante, como os teus pensamentos em mim.

Ora embrulha-se o nenúfar em toda sua ternura,
E mergulha no seio do lago profundo:
Assim guarda-te Tu, amada minha, e submerge
Em minha profundeza, e perde-te em mim.
(Tradução por Rodolfo Barcellos)

SEE
See, I love you.
And in my darkness, 
Your love glimmers on to me
Like a ghost.
I love you... See.

Sí, te quiero.
Y en el oscuro de mi vida
Tu amor reluce para mi
Como un espectro.
Quierote... Sí.

SI
Si, te amo.
E na escuridão em que vivo
Teu amor reluz para mim
Como um fantasma.
Te amo... Si.
(Rodolfo Barcellos)

E hoje, também, o Sete Ramos comemora seu segundo ano de existência. E como a festa de um ano atrás foi um sucesso, que tal voltarmos no tempo - outra vez? É só clicar aí embaixo...



sexta-feira, 22 de julho de 2011

Em Verso e Prosa


DÉYA em Verso

Tu deste ao teu número um
O mesmo destino que ao três;
O treze ao contrário se fez,
E hoje se lê trinta e um;

O dois, pela segunda vez
Dá quatro - veja isso agora:
Quatro são os noves-fora
Dos números um e três!

Se o três e o um deram bolo,
No bolo estão espetados
Entre aplausos e améns;

E lhes sirva de consolo
O poderem ser queimados
Ao cantar dos parabéns.

Rodolfo Barcellos


DÉYA em Prosa


Hoje tem festança pra celebrar o aniversário da moça de sorriso faceiro, lá em Goiás. Aquela que me enche de alegria quando reage a qualquer besteirol de minha parte dizendo: “e eu pensei que não iria conseguir sorrir hoje”, aí me lança um montão de “kkkk”. Aquela de quem me sinto tão próxima, embora a geografia nos distancie. A moleca brincalhona que se perdeu por um tempo da felicidade, mas aos pouquinhos vai tirando os gravetos do caminho e se redescobrindo junto com ele. A mulher corajosa. Grudou em si uma cria alheia, feito as mamães-preguiça fazem com seus filhotes e nunca mais largou, se fazendo a melhor mãe jamais imaginada ao pequeno ser. Moça dos sentimentos vermelhos feito carmim, do amor imensurável, da dor que dói até se gastar por completo, corroendo tudo por dentro, matando a vontade de viver... E de repente se faz outra vez fortaleza. E de novo luta. E de novo ama. E o olhar doce renova o brilho... E a vida fica mais alegre por recebê-la de volta...

Hoje ela está acampando. Riu-me muitos “kkk” porque eu falei que acampar deve ser bacaninha, principalmente se tiver banheiro e uma cama. E como não posso abraçá-la com meus braços fofos, abraço-a em palavras, em bons sentimentos e pensamentos e faço de lindas nuvens minhas mensageiras pra lhe dizerem do prazer imenso que sinto em compartilhar com ela dessa criação maravilhosa chamada amizade.

Há exatos 31 anos, fez-se a Déya... Que dia feliz!


Milene Lima


FELIZ ANIVERSÁRIO, DÉYA


Milene e Rodolfo

domingo, 13 de fevereiro de 2011

A Embaixada

   Segundo conceituados dicionários, o termo "Embaixatriz" significa "esposa de Embaixador"; quando a função diplomática é exercida por uma mulher, esta deve ser tratada pelo título de "Embaixadora".
   Pois eu recebi ontem, neste meu pequenino cantinho, perdido entre incontáveis outros, uma embaixada. E a Embaixadora apresentou-me suas credenciais nos seguintes termos:

 Ao amigo Bruxo, Anjo Barcellos, 
Todo nosso amor.

Para você que todos os dias
nos ilumina com sua alegria
inesgotável, desejamos toda a
felicidade do mundo,
no seu aniversário!!!

Turma do BLOG - 12-02-11



   Em dia de festa no país dos "Sete Ramos", a alegria de receber essas palavras, pelas mãos dessa linda representante dos amigos, deixou-me realmente emocionado. A Embaixadora Simone poderá dizer-lhes dessa emoção.
   Estou recebendo, ainda hoje, outras embaixadas, de amigos tantos que não me sobra tempo, no momento, para dizer à "Turma do Blog" tudo o que sinto. Mas já visitei as páginas dos amigos e a emoção só fez crescer.
   E prometo, com mais vagar, responder a cada um na sua página; e também estender-me mais - nesta mesma postagem ou nas seguintes - sobre o bem que vocês me fizeram e fazem.
   E já que nomearam a Si sua embaixadora plenipotenciária, eu aproveitei para confiar-lhe os beijos que queria dar à Mi, à Rê, à Graça, à Lu, à Déya, à Lois, à Pat e a tantas outras (fora os dela mesma) e abraços que bastassem para todos e todas. Podem cobrar dela.
   E as embaixadas estão chegando... desculpem-me; eu volto assim que puder.

========= Comentários ========
- Andréya,
- Obrigado por teu coração dançarino.
- Obrigado por teus olhos coloridos (agora sei que os da alma são verdes, sim... cor de esperança, com reflexos dourados).
- Obrigado pelo sorriso que me dás agora.
- Beijos.
- Regina, você é uma gaivota, namorada do Fernão Capelo, que eu gosto de seguir em seus vôos loucos, pois quando vem a tormenta você é um guia seguro - e às vezes solta umas penugenzinhas que eu recolho: são o ingrediente principal das minhas poções do bem.
- Beijos.
- Leonel, fui lá e voltei para te deixar um "obrigado" sincero. E Jair, deixe que eu lembre aos amigos que foi você quem me trouxe a esse ambiente precioso da globosfera. Obrigado, também. E abraços aos dois.
- Si, obrigado por me trazer o carinho da nossa "Turma do Blog". Meus irmãos, filhos e suas famílias ficaram felizes em conhecê-la... mas eu já tinha adivinhado que isso ia acontecer - sem bola da cristal.
- Receba mais beijos e abraços meus para distribuí-los pela turma...
- Difícil dizer do sentimento de amizade que une pessoas tão diferentes e faz de nossa turma algo de especial... e você, Tatto, é com certeza um ingrediente essencial dessa cola grudenta. Obrigado, amigo, e um abraço.
- Uma vez, a Milene me perguntou:
- "Será que eu mereço tudo isso?"
- Resolvi fazer graça:
- "Não... mas tem que aguentar..."
- E agora ela me pega pela palavra... nem adianta eu dizer que não mereço. Tenho que aguentar.
- Bem, se o coração não explodir, eu acho que aguento. Beijos às duas notas musicais sustenidas - lindo dueto!
- Milene, minha querida... Passei pelos cantinhos de cada amigo nosso, e deixei meus comentários em cada um. E deixei por último o Inquietude... porque sabia que ia engasgar com qualquer coisa que você escrevesse, com o menor sussurro, com um simples pensamento silencioso seu. Hoje você foi a compositora da música, a regente da orquestra, a autora do libreto, e eu só pude tentar não desafinar. E olha quantos amigos novos você atraiu!
- Beijos e abraços, Milene... agradecidos e carinhosos. Ainda quero postar um comentário na Lois... ela só faltou à festa por falta de condução...