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| Daniel, na guitarra, e seu amigo Luan, no teclado. |
Daniel 16
Já o bardo a velha lira
Em guitarra transmudou;
E o alaúde - confira -
Em teclado já virou.
E um moderno menestrel,
O meu neto Daniel
Seus dezesseis festejou!
Um abração, Daniel... toque firme a guitarra de sua vida e aumente ao máximo o som de suas realizações. Porque o mundo é seu palco e o show só acaba quando termina. Que as luzes da ribalta brilhem fortes por muito tempo.
* * * * *
Estes sete-setes são de novembro passado. Aliás, enquanto preparava esta batelada (em maio), deparei-me nos descaminhos da internet com uma poetisa que compartilha comigo o amor pela simplicidade das trovas e pelo sabor de cordel das setilhas em redondilhas. Aí vai uma amostra do que pode ser encontrado em
Não conto mesmo a ninguém
Essa dor que me atrofia,
Eu me calo e escrevo em verso,
Porque sei que a poesia
Seca o choro da saudade
E nunca diz a verdade
Sobre o mundo da agonia.
Dáguima Verônica de Oliveira
| "Saudades do Interior" - Óleo sobre tela - Maria Helena |
Não te percas, caminhante,
Da estrada escolhida,
Que te leva adiante
Pelos caminhos da vida.
Não te enganem labirintos
De recantos indistintos;
Percorre a senda devida.
II.6- Andréya, 20/11/11
Por que será que tem gente
Que a gente encontra na vida
Que quer ser mais diferente
Do que a justa medida?
Sem amor, sem confiança,
Sem fé e sem esperança
A estrada está perdida!
II.5- Carla, 20/11/11
"Quem espera sempre alcança",
Reza o dito popular;
Essa é a melhor esperança:
Esperar sem duvidar.
Ter no amor tal confiança
Que nem nos vem à lembrança
O relógio consultar!
II.4- Marcia, 20/11/11
Menina, tu irradias
Lá de dentro energias
Que espantam qualquer mal,
Acalmando o vendaval;
E ao ver teu belo sorriso
Hoje quero e preciso
Desejar-te BOM NATAL!
II.3- Marilene, 17/11/11
Se queres manter acesa
A chama viva do amar
É preciso, com presteza,
Outra tocha inflamar
Quando vires - que tristeza! -
Que a primeira, com certeza,
Vai em breve se apagar.
II.2- Carla, 17/11/11
Boa semente plantada
Em solo bom e fecundo
Mesmo que seja pisada
Germinará para o mundo;
Não mais será solidão:
Crescerá no coração
Pra florir amor profundo.
II.1- Denise, 15/11/11
Não tenho mãos a medir
Pro abraço que quero dar
E a ti retribuir
Esse carinho sem par;
Então, vou só te abraçar
E em meus braços te apertar
Para teu calor sentir!
Niterói, junho de 2012
Rodolfo Barcellos





