- Recebi pelo correio um exemplar de A Fonte e as Galinhas, com dedicatória e autógrafo de um tal Jair, que nunca vi mais gordo - nem mais magro. A julgar pelo perfil estampado no seu blog pensador e pela foto na orelha direita do livro, além de minha lembrança, ele é um daqueles raros seres privilegiados que não engordam nem emagrecem.
- Eu ganho uns quilos às vezes, e às vezes perco alguns. E acho que vou engordar um pouco nos próximos dias - não dá pra ler fazendo exercícios físicos.
- Pois o livro do Jair não é daqueles que se podem ler de afogadilho. Cada frase demanda uma reflexão, cada parágrafo deve ser pensado e repensado, cada capítulo propõe uma crítica de valores éticos.
- Não que a leitura seja pesada ou cansativa. Pelo contrário, é estimulante; e o leitor volta e meia se surpreenderá marcando a página com o indicador da mão direita, enquanto leva a esquerda à face e franze a testa, absorvendo novas idéias, nascidas das palavras mágicas que brotam de uma mente inspirada.
- Sei disso por ter tido a sorte de ser intimado pelo meu amigo a prefaciar A Fonte e as Galinhas; já havia lido, portanto, o rascunho da obra. Mas é muito diferente a sensação de ter um volume de peso nas mãos e desfrutá-lo nas noites frias de inverno, sob o aconchego das cobertas. Sem contar a bela dedicatória e o fato de ser o protagonista de um dos episódios...
- E assim como parabenizei o Sergio pelo seu primer libro, quero também congratular-me com o Jair. Que venham outros!
- E assim como parabenizei o Sergio pelo seu primer libro, quero também congratular-me com o Jair. Que venham outros!


